Análise da carteira
Separamos o que ainda é exigível do que prescreveu, o que tem título executivo e o que precisa de ação de conhecimento. Nem toda dívida antiga vale a mesma coisa, e cobrar tudo do mesmo jeito é desperdício.
Transformar inadimplência parada em caixa, sem queimar a relação com o cliente que ainda compra.
Separamos o que ainda é exigível do que prescreveu, o que tem título executivo e o que precisa de ação de conhecimento. Nem toda dívida antiga vale a mesma coisa, e cobrar tudo do mesmo jeito é desperdício.
Notificação formal, negociação e acordo com confissão de dívida. É a fase que resolve a maior parte, preserva a relação comercial e custa pouco.
Medidas de pressão legítima, usadas quando o devedor tem capacidade de pagar e falta disposição. Aplicadas com critério, porque protesto indevido gera ação de volta.
Para o que não se resolve por acordo. Duplicata, cheque, contrato assinado, nota com comprovante de entrega: cada documento abre um caminho processual diferente.
Depois de recuperar, ajustamos pedido, contrato e comprovante de entrega para que a venda seguinte já nasça com título. É o que evita repetir o ciclo.
Empresa pequena costuma tratar inadimplência como perda contábil e seguir em frente. Boa parte desse valor ainda é recuperável, e o esforço de cobrança bem conduzido raramente custa o cliente — cobrar com método é diferente de cobrar com atrito.
Conte o que está acontecendo. Se for algo que resolvemos, explicamos como; se não for, dizemos com franqueza.
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